Archive for the 'Opinião' Category

Cabelos Brancos

26 de December de 2008 às 12:25 am

Sabe meu amigo, se tem um conselho bom que se possa dar para um ano novo e para uma possível mudança de vida, esse conselho seria: “Ouça as pessoas de cabelos brancos”.

E os conselhos dados ficam para outro post.

Cheers.

Letra perfeita para a ocasião

9 de December de 2008 às 7:59 pm

Angel (Sarah McLachlan)

Spend all your time waiting for that second chance
For the break that will make it OK
There’s always some reason to feel not good enough
And it’s hard at the end of the day
I need some distraction or a beautiful release
Memories seep from my veins
Let me be empty and weightless and maybe
I’ll find some peace tonight

In the arms of the Angel far away from here
From this dark, cold hotel room, and the endlessness that you fear
You are pulled from the wreckage of your silent reverie
You’re in the arms of the Angel; may you find some comfort here

So tired of the straight line, and everywhere you turn
There’s vultures and thieves at your back
The storm keeps on twisting, you keep on building the lies
That you make up for all that you lack
It don’t make no difference, escaping one last time
It’s easier to believe
In this sweet madness, oh this glorious sadness
That brings me to my knees

In the arms of the Angel far away from here
From this dark, cold hotel room, and the endlessness that you fear
You are pulled from the wreckage of your silent reverie
In the arms of the Angel; may you find some comfort here

You’re in the arms of the Angel; may you find some comfort here

Felicidade

21 de August de 2008 às 6:31 pm

A morte é meu lar.

No qual eu espero chegar depois de ter conhecido muita coisa desse vasto mundo.

Nada é apenas um ponto.

13 de August de 2008 às 5:26 am

Não entendo como não compreende isso.

Não é apenas um ponto, e tudo que está ao seu redor ?

Um passo para esquecer

13 de August de 2008 às 2:14 am

Meu inimigo, guarde as lembraças de quem eu sou pois eu sei que me conhece melhor do que niguém pois faz parte da sua arte de ser me conhecer.

Pois, amanhã, amanhã posso precisar não apenas da luta do dia-a-dia, mas posso precisar de tudo que há de mim em ti.

“Eu apenas queria que você soubesse que aquela alegria ainda está comigo”

4 de August de 2008 às 1:42 am

Eita vasto mundo. Muita coisa muito emocionante passando e também muita coisa que me faz pensar e me paraliza.

Mas isto não é o importante agora. Minha filhinha nasceu, com saúde e bem grandinha.

E eu que pensava que estas coisas nos envelheciam me sinto rejuvenecido. Me sinto um menininho brincando com minha menininha. É como brincar com uma boneca mas com muita responsabilidade. É muito bom estar com a filhinha apesar de sair muita faisca quando estou com Jana.

E eu canto, danço e até imito ela. Invento e reinvento para um bebê que ainda não entende nada do mundo e que tem uma capacidade de movimento e visão super reduzida. Mas, talvez corujando muito, vejo certas evoluções e adoro.

É verdadeiramente algo muito emocionante e eu aconselharia a todos.

E para aqueles que querem fotos resolvi criar um blog para Laura onde vou colocando as fotos de forma organizada. As fotos estão todas no Picasaweb mas estarão todas também no blog. E quero ver se consigo colocar os comentarios do que vai passando no dia a dia. Ao menos durante o tempo em que estarei com Laura (snif).

Ainda não sei como será o futuro.

Mas o futuro é um avião que ainda vai partir. Estou tentando curtir o avião no qual estou agora embora confesse que as vezes é um pouco difícil.

O blog está em:

http://laura.argollo.com/

PS.: Estarei em Barcelona entre os dias 7 e 12 de agosto fazendo trâmites de renovação do meu visto.

——

* Eu apenas queria que você soubesse – Gonzaguinha

“E a vida, e a vida o que é diga lá, meu irmão”*

27 de June de 2008 às 1:54 am

Não sei se foi Genaro ou Zequinha que me falou isto  mas Meu amigo Alf me disse uma vez que a vida é como o ato de andar. É como equilibrar o ato de cair. É se ajustar como que de forma mágica ao terreno ao colocar o pé que nos move em uma nova posição, irregular e incerta, passando o peso do corpo e ajustando todo nosso centro de massa de forma tal que a gente não caia. Cair este que seria o ato mais natural. O natural seria uma queda e um consequente equilibrio em posição deitada ao solo.

Mas não. Nós caminhamos. Ajustamos como que de forma mágica nosso equilíbrio. Os pés, pernas, quadril e todo o resto do corpo trabalham em conjunto e logramos caminhar, correr.

Assim também é a vida. Nos movemos através do desequilíbrio sempre que estamos dando um novo passo e temos que ajustar nosso centro de massa para que o passo nos leve adiante. Se, por algum motivo, resistimos e movemos os pés sem que o resto do corpo se adapte ao movimento estamos nos arriscando a cair.

Por outro lado, tampouco podemos ficar parados.

———

* “O que é, o que é” – Gonzaguinha

Johnny e CFP…

21 de June de 2008 às 12:35 pm

Vida tão corrida que nem coloquei que estou dividindo o ap com meu grande amigo Johnny. Pois é, João chegou faz um par de semanas para fazer o doutorado aqui na Espanha e, de quebra, parte de sua pesquisa será comigo lá no meu trabalho. Muito legal.

E como tem sido bom ter alguém em casa para bater papo. Não sei se tem sido tão bom para João porque acaba que não deixo ele dormir em horário normal e ficamos acordados madrugadas a fio. Num destes nossos papos eu comentava de quantas “chamadas de trabalhos” (call for papers) eu recebia e de como seria legal ter isto organizado junto com as oportunidades de post-doc e empregos na área de pesquisa em “high-performance computing”.

Entre conversa e conversa tivemos a idéia de montar um blog com estas informações de tal maneira que publicar seja o mais automático possível.

Criamos então o http://callforpapers.argollo.com com uma pequena infra-estrutura informática onde redireciono meus call for papers para um email e dois programinhas (um em ruby e outro em php) fazem um parser das informações e as publicam.

Assim passamos entre papos e programas umas boas madrugadas aqui em casa. Seja bem vindo João, boa sorte no doutorado e obrigado pela companhia…

“Você tem medo de que?”

23 de May de 2008 às 1:46 pm

A muito tempo venho pensando o que limita ou ajuda o homem a se manter correto e ético. Por quais razões o ser humano se limita e escolhe dentre possíveis ações aquelas considerada saudáveis ou de certa forma colectivas. São exemplos simples, como o bem vestir, etiqueta, alimentos com menos gordura, busca de informações, cultura e trabalho.

Dentre os possíveis argumentos que motivam o homem, o primeiro e talvez o mais primitivo é o medo. Mas o medo nunca é dissociado do objeto. No caso do homem, o medo está na não aceitação social. Talvez sob uma analize mais primitiva, a educação tem uma bipolaridade entre o medo e o prazer. Aceitamos algo como correcto se tivermos medo do não acão ou tivermos prazer com a mesma. Tem uma expressão popular para o medo. Ouvia, na minha infãncia, que algumas pessoas só aprendem “levando na cabeca”. Uma aluzão à necessidade de alguns a experimentar os efeitos da ação para definir o nivel de medo associado a essa.

Seria então a expressão do homem no seu meio uma forma de controle do meio sobre o homem? Essas interações são difícieis de se generalizar. O papel social lembra o homem das suas responsabilidades para com o meio. O comprometimento por essas responsabilidades faz com que haja uma sinergia entre o homem e o meio, onde o ‘eu’ se beneficia de status por seguir o combinado com ‘voces’. Fica então a questão se o papel social limita o crescimento do ‘eu’ como conciência.

Onde?

22 de April de 2008 às 2:28 pm

Se você não tivesse restrições financeiras, não fosse casado, e o emprego não te limitasse. Em outras palavras, se você pudesse escolher livremente.

Onde você moraria?

Confesso que não tenho uma resposta satisfatória ainda que esteja muito feliz com minhas escolhas até agora.

E você?

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