Archive for the 'Filosofia' Category

Twelve Rules for Being Human

18 de February de 2009 às 2:31 am

1. You will receive a body.
You may like it or hate it, but it will be yours the entire period.

2. You will learn lessons.
You are enrolled in a full-time informal school called Life. Each day in this school you will have the opportunity to learn lessons. You may like the lessons or think them irrelevant and stupid.

3. There are no mistakes, only lessons.
Growth is a process of trial and error: experimentation. The “failed” experiments are as much a part of the process as the experiments that ultimately “work.”

4. A lesson is repeated until learned.
A lesson will be presented to you in various forms until you have learned it. When you have learned it, you can then go on to the next lesson.

5. Learning lessons does not end.
There is no part of life that does not contain its lessons. If you are alive, there are lessons to be learned.

6. “There” is no better than “here.”
When your “there” has become a “here,” you will simply obtain another “there” that will again look better than “here.”

7. Others are merely mirrors of you.
You cannot love or hate something about another person unless it reflects something you love or hate about yourself.

8. What you make of your life is up to you.
You have all the tools and resources you need. What you do with them is up to you. The choice is yours.

9. Life is exactly what you think it is.
You create a life that matches your beliefs and expectations.

10. Your answers lie inside you.
The answers to life’s questions lie inside you. All you need to do is look, listen, and trust.

11. You will forget all this.

12. You can remember it whenever you want.

“Mas ei, ei mãe, por mais que a gente cresça há sempre coisas que a gente não pode entender”*

21 de December de 2008 às 3:32 pm

Não consigo fazer a divisa dos momentos de transição do eu infante ao adolescente e, deste, ao adulto. Muitas vezes acredito já haver nascido cinquentão, um grande careta num corpo de criança. Em outras ocasiões me vejo com certo complexo de Peter-pan, um eterno infante que resiste em deixar de lado o lúdico, a minha própria Terra do Nunca.

Minha razão diz simplesmente que não existe transição radical e que sigo sendo a mesma criança, o mesmo adolescente e adulto em um só. Uma espécie de triplo Yin-Yang.

Mas eu não entendo. Não registro. As vezes me sinto um grande não. E vejo neste eu adulto os mesmos conflitos do eu criança com a diferença que mascaro muito melhor. Sim, a experiência me faz ler as outras pessoas bem melhor, me socializou, me mostrou caminhos e matou dúvidas.
Será que o poeta não é somente alguém registrando e sofrendo tudo aquilo que não viveu enquanto os outros estão exatamente ocupados em viver e sentir?


* “Terra de Gigantes” – Engenheiros do Hawaii

“Quando eu morrer vou acordar para o tempo”

8 de August de 2008 às 3:01 am

(23:26:02) < Home Lab Home Lab
(23:26:21) > 😉
(23:27:59) > I take what I have mate… what life offers me without thinking about what I am missing.
If I started thinking about that I would get crazy.
(23:28:31) > You have no idea on the huge difference between being in here and being in Brazil…
(23:28:49) > So let’s enjoy what you have
(23:28:50) < I can’t imagine either.
(23:29:08) < Friends
(23:29:13) > 😉
(23:29:32) > Friends, girlfriends, work and life as it is.

E…

“Posso ouvir o vento passar,
assistir à onda bater,
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver…
Eu pensei..
Que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar…”

by Los Hermanos.

“E a vida, e a vida o que é diga lá, meu irmão”*

27 de June de 2008 às 1:54 am

Não sei se foi Genaro ou Zequinha que me falou isto  mas Meu amigo Alf me disse uma vez que a vida é como o ato de andar. É como equilibrar o ato de cair. É se ajustar como que de forma mágica ao terreno ao colocar o pé que nos move em uma nova posição, irregular e incerta, passando o peso do corpo e ajustando todo nosso centro de massa de forma tal que a gente não caia. Cair este que seria o ato mais natural. O natural seria uma queda e um consequente equilibrio em posição deitada ao solo.

Mas não. Nós caminhamos. Ajustamos como que de forma mágica nosso equilíbrio. Os pés, pernas, quadril e todo o resto do corpo trabalham em conjunto e logramos caminhar, correr.

Assim também é a vida. Nos movemos através do desequilíbrio sempre que estamos dando um novo passo e temos que ajustar nosso centro de massa para que o passo nos leve adiante. Se, por algum motivo, resistimos e movemos os pés sem que o resto do corpo se adapte ao movimento estamos nos arriscando a cair.

Por outro lado, tampouco podemos ficar parados.

———

* “O que é, o que é” – Gonzaguinha

Sorry

22 de June de 2008 às 3:41 am

Sometimes, all we need to do is say how we feel profound and deeply guilty.

And this would be lovely if followed by a simple word: “sorry”.

“Você tem medo de que?”

23 de May de 2008 às 1:46 pm

A muito tempo venho pensando o que limita ou ajuda o homem a se manter correto e ético. Por quais razões o ser humano se limita e escolhe dentre possíveis ações aquelas considerada saudáveis ou de certa forma colectivas. São exemplos simples, como o bem vestir, etiqueta, alimentos com menos gordura, busca de informações, cultura e trabalho.

Dentre os possíveis argumentos que motivam o homem, o primeiro e talvez o mais primitivo é o medo. Mas o medo nunca é dissociado do objeto. No caso do homem, o medo está na não aceitação social. Talvez sob uma analize mais primitiva, a educação tem uma bipolaridade entre o medo e o prazer. Aceitamos algo como correcto se tivermos medo do não acão ou tivermos prazer com a mesma. Tem uma expressão popular para o medo. Ouvia, na minha infãncia, que algumas pessoas só aprendem “levando na cabeca”. Uma aluzão à necessidade de alguns a experimentar os efeitos da ação para definir o nivel de medo associado a essa.

Seria então a expressão do homem no seu meio uma forma de controle do meio sobre o homem? Essas interações são difícieis de se generalizar. O papel social lembra o homem das suas responsabilidades para com o meio. O comprometimento por essas responsabilidades faz com que haja uma sinergia entre o homem e o meio, onde o ‘eu’ se beneficia de status por seguir o combinado com ‘voces’. Fica então a questão se o papel social limita o crescimento do ‘eu’ como conciência.