Crônicas I (Música na Globo)
Herman 27 de janeiro de 2008 às 10:46 pm
Da mesma forma que eu acredito que ninguém consiga viver sem amar, eu acredito que ninguém consiga viver sem música. Mesmo que de forma insconciente a musicalidade está presente no ser humano. O pulsar do coração, a respiração, o caminhar e até mesmo o sexo. Sem som, sem gritos e gemidos, o sexo é sem paixão. Não confunda meu amigo amor e paixão. Sexo sem gritos e gemidos é sexo sem paixão, amor é outra coisa. Portanto, vida sem música é uma vida sem prazer.
Nessa ida ao Brasil fiquei encantado com a Globo pois finalmente acordou para o descaso que tinha a vários anos com a música. A TV Cultura tinha o JAZZ Brasil, o BEM Brasil, Minha Viola e outros. Mas a Globo a maior emissora de TV brasileira a anos vivia nas trevas. Entretanto, está agora de parabéns, pela qualidade do SOM Brasil. Nessa passagem de dois meses a minha terra natal tive a oportunidade de ver e ouvir dois especiais: um de Djavan e outro de Raul Seixas. Em particular no especial sobre Raulsito tive a oportunidade de conhecer uma das melhores bandas de rock nacional da atualidade: “Móveis Coloniais de Acaju”.
E hoje, aqui em Portugal, acabei de ver mais um episódio maravilhoso do SOM Brasil. Dessa vez um especial sobre Noel Rosa, uma das lendas da música brasileira. Poucos, infelizmente, devem conhecer a importãnica desse sambista brasileiro e da sua influnência na Música Popular Brasileira.
No especial de Noel Rosa, Maria Rita estava simplesmente divina. A voz e a presença de palco dispensam comentários. Mas pele primeira vez tive uma vontade enorme de levar aquela mulher para a cama. Não sei o que ela fez, mas que ficou maravilhosa ficou. Mas se eu pudesse também colocar na coleção a apresentadora Patrícia Pilar, não iria reclamar. O tempo parece ser um bálsamo para aquela mulher.
Sonhar não custa nada, mas como último desejo mesmo eu gostaria mesmo de dizer o seguinte:
“E às pessoas que eu detesto, diga sempre que eu não presto. Que meu lar é um botequim, que eu arruinei sua vida e não mereço a comida que você pagou pra mim.” (Último Desejo, Noel Rosa).

